terça-feira, dezembro 16, 2008

Honras e louros...



Meus passos até aqui foram banhados de suor e lágrimas, de esforço e dor, mas também de delícias e risos. Aprendi muito, a duras penas às vezes, mas como diz a Danny, colhendo as flores enquanto ainda planto mais.

Fiz por merecer, tenho minha consciência limpa e o coração resplandescente com isso. E a coroação de toda essa luta vem com conquistas maravilhosas: namoro maduro, amigos "de alta qualidade", reconhecimento da família, um emprego gratificante, mudança pra minha cidade dos sonhos, novas perspectivas e espectativas... E uma nova estrada pela frente.

A vida não é um ciclo, mas sim uma espiral. Ascendente, pra quem não se deixa no mesmo lugar...

Obrigada a todo mundo!!!

domingo, dezembro 07, 2008

Avalanches

Não sumi. Virei purpurina de alguma forma.
Sério: na última semaa nem falar com a minha maninha (tadinha, abandonei geral... uhauhauha)eu tive: terminando TCC no finde, reunião de família em Patos pra resolver que que eu faço da vida em Udi, exame de habilitação na segunda, seguida da convocação pra concurso público, apavoramento pra encaixotar as coisas e desocupar apê no finde, banca reprovada antes da minha (pra me apavorar, só pode...), mas seguidas de destaque por ineditismo, e daddy dando pití de novo por ciumeira descabida (confesso, me rachava de rir quando ele tentava argumentar alguma coisa e eu sussurava "é, blz então...")
Mas heis que um domingão preguiçoso me aguarda...

É, avalanches de boas notícias. Intensas, como diria uma amiga minha, excessivamente intensas...

Mas tudo vale a pena quando a alma não é pequena...

domingo, novembro 30, 2008

Enfim, paz... Paz?

Entreguei o TCC. O pior já passou. O que menos me preocupa é a apresentação no sábado dia 6.

Digo, em relação à faculdade. Agora começa outro drama. Confesso que mal consigo esperar pra passar um mês na caa dos meus pais dando uma de patricinha , me acalmando, cuidando de mim, aproveitando o tempo pra malhar, pintar o cabelo, tomar um sol, ficar olhando pro nada e, finalmente, poder pensar em mim...

O que fazer da vida, o que fazer com minha vida. Ter a liberdade de tomar meus próprios tombos, arcar com as minhas decisões e decidir meus rumos, sem amarras que me enraizem onde não consigo crescer.

Pra quem sentiu minha falta na blogsfera, relax, baby! Agora sou Laryssa Borges, e não mais a filha do Luizinho, a aluna do Sérgio, a secretária do André ou a namorada do Marcos. E quero que isso seja motivo de orgulho pra todos esses que me impulsionaram até aqui.

Finalizando 100% a fase universitária, heis que virão os louros dessa primeira vitória.

É, o jeito pe curtir, porque pretendo que essa seja a última vez antes de um bom tempo, regado de muito suor, preenchido com muito trabalho e realimentado de muitas conquistas.

Quem quiser vir comigo, chega junto. Faz o seu, que eu faço o meu, e a gente chega onde quiser.

quarta-feira, novembro 05, 2008

Estrategicamente vencedor

Houve uma época em que repudiava os EUA. simplesmente porque se achavam. Entretanto, com o amadurecimento, tive que refazer meus conceitos e, apesar de continuar a não amar o império norte-americano, passei a admirar fortemente o poder da mídia, e a analisar com mais critério as ferramentas usadas para o controle de massa.

Barack Obama venceu as eleições dos EUA, e não escondeu, no seu discurso de vitória, que a sua campanha fora montada por profissionais capacitados, estrategistas atentos e o uso da ferramenta mais forte para a sensibilização da massa: a imagem de homem sem histórico político, mas que sabe onde e como quer chegar, e principalmente, esperançoso pela retomada do orgulho patriótico.

Em meio às manchetes da crise econômica, o crescente desespero da população por não saber o que realmente está acontecendo, a aparente falência inevitável do mundo, entre tantos outros aspectos assustadores, surge a figura carismática, forte e sorridente de Obama. Muito bem equilibrado e coerente nas suas posturas. A esposa declarou comprar roupas de lojas de departamentos, causando empatia com o país em colapso financeiro. É a amiga e companheira do marido, simpatizando com a autonomia feminina conquistada ao longo dos anos. Conhece a história do país, e elogia seu até então oponente de campanha pelas lutas. Abandonou a campanha na véspera para desperir-se da avó, e com isso cai nas graças das famílias. Não escondeu seu passado conturbado, ou teve vergonha de se declarar MARROM, a missigenação de raças que foram seu carro-chefe não declarado. O recém eleito presidente da maior nação do mundo em hora alguma agradece por gostarem dele, mas pela retomada da consciência de poder do povo, de democracia, de supremacia. Jovens e velhos votaram numa eleição com números records, em quantidade, peso e agilidade nos resultados.

Confesso ter me segurado para não me comover e perder o foco da análise estrategicamente bem traçada em cada palavra do discurso, e cujo tom de voz ultrapassa a postura de político: Obama ganhou por ser tão americano quanto os americanos.




É numa dessas que entende-se o poder de uma nação.

quarta-feira, outubro 29, 2008

Preparados pro futuro?


Não sei o que me preocupa mais:
me preparar tanto e nunca estar pronta
ou ter que provar que não sou estatística...

quinta-feira, outubro 09, 2008

Networking

Quando era criancinha, lembro da minha mãe "dando bronca" no meu pai por ele chegar nos lugares novos e sair puxando papo com todo mundo, enquanto passava pelos amigos dele, cumprimentava e ia descobrir quem é quem.
E a resposta dele pra mim serviu como ordem de sobrevivência: quem eu já conheço sei o que sabe, como reage e o que pode me oferecer. Tenho que conhecer é gente nova mesmo.



Networking. Aprendi a importância disso ao constatar que, mesmo não tendo "paciência" pra trabalhar em certas empresas, desenvolvi uma rede de contatos que me deram a chance de ninca passar mais de 1 mês sem trabalho.
Minhas amigas sempre me criticaram por eu ser viciada nisso, mas como bem disse a Danny uma vez, o importante não é saber a resposta, é ter o MSN de quem sabe.

E numa dessas o tal do QI (Quem Indica) virou motivo de estudo e é considerado não puxasaquismo, mas chave para as portas se abrirem em qualquer carreira. O que vale, hoje, é como as pessoas vêm você, e o que elas podem falar sobre você.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Paixão pelo que faz...

Deixei de ser fã da Ana Maria Braga há algum tempo, desde que ela pasosu a fazer o que era preciso, e não o que era boa em fazer, ou seja, ao mudar a figura do seu programa para um popular, e deixou as mensagems reflexivas e o gosto pela culinária em segundo plano.
Mas hoje tive que dar o braço a torcer. Atrasada pro trabalho, ainda me dei o luxo de ficar mais 10 minutos na frente da TV pra apreciar a mais complexa e simplista das culturas, a japonesa.



Esse fim de ano tem me trazido muitas reflexões sobre a paixão (principalmente pela frase tatuada no tornozelo, só por prazer, nunca sem amor) e a necessidade que o ser humano tem de sentir-se vivo, mas cujo cotidiano não tem lhe permitido mais espaço para esses pequenos momentos. Minha amada amiga .Intense. tem vivido isso à risca, e me ensinado que se é pra se cortar, dilacere-se, e se é pra amar, que seja pra rir à toa e sorrir pro vento. Intenso.

Jun Sakamoto tem a sensatez e a paz tão reverenciada pela cultura japonesa estampada nas próprias palavras, e a filosofia nos seus patros refletem a real paixão "pelo que está em cima da mesa".

Essa frase me interrompeu todos os pensamentos a respeito do meu TCC. Havia começado os estudos pela paixão pela dança e o destaque que o esporte por direta ou indiretamente, no amor próprio, além, claro da fisiologia. Paixão.

Retomar os textos depois de entrar em contato com algumas pessoas que podem me abrir algunas janelas, quem sabe portas, tem outra energia, simplesmente porque, como bem disse o Jun, "põe-se vida".

Mais um dia de chuva, e nada me tira o sorriso e a vontade de me apaixonar pelo novo. De novo.