Houve uma época em que repudiava os EUA. simplesmente porque se achavam. Entretanto, com o amadurecimento, tive que refazer meus conceitos e, apesar de continuar a não amar o império norte-americano, passei a admirar fortemente o poder da mídia, e a analisar com mais critério as ferramentas usadas para o controle de massa.
Barack Obama venceu as eleições dos EUA, e não escondeu, no seu discurso de vitória, que a sua campanha fora montada por profissionais capacitados, estrategistas atentos e o uso da ferramenta mais forte para a sensibilização da massa: a imagem de homem sem histórico político, mas que sabe onde e como quer chegar, e principalmente, esperançoso pela retomada do orgulho patriótico.
Em meio às manchetes da crise econômica, o crescente desespero da população por não saber o que realmente está acontecendo, a aparente falência inevitável do mundo, entre tantos outros aspectos assustadores, surge a figura carismática, forte e sorridente de Obama. Muito bem equilibrado e coerente nas suas posturas. A esposa declarou comprar roupas de lojas de departamentos, causando empatia com o país em colapso financeiro. É a amiga e companheira do marido, simpatizando com a autonomia feminina conquistada ao longo dos anos. Conhece a história do país, e elogia seu até então oponente de campanha pelas lutas. Abandonou a campanha na véspera para desperir-se da avó, e com isso cai nas graças das famílias. Não escondeu seu passado conturbado, ou teve vergonha de se declarar MARROM, a missigenação de raças que foram seu carro-chefe não declarado. O recém eleito presidente da maior nação do mundo em hora alguma agradece por gostarem dele, mas pela retomada da consciência de poder do povo, de democracia, de supremacia. Jovens e velhos votaram numa eleição com números records, em quantidade, peso e agilidade nos resultados.
Confesso ter me segurado para não me comover e perder o foco da análise estrategicamente bem traçada em cada palavra do discurso, e cujo tom de voz ultrapassa a postura de político: Obama ganhou por ser tão americano quanto os americanos.
Barack Obama venceu as eleições dos EUA, e não escondeu, no seu discurso de vitória, que a sua campanha fora montada por profissionais capacitados, estrategistas atentos e o uso da ferramenta mais forte para a sensibilização da massa: a imagem de homem sem histórico político, mas que sabe onde e como quer chegar, e principalmente, esperançoso pela retomada do orgulho patriótico.
Em meio às manchetes da crise econômica, o crescente desespero da população por não saber o que realmente está acontecendo, a aparente falência inevitável do mundo, entre tantos outros aspectos assustadores, surge a figura carismática, forte e sorridente de Obama. Muito bem equilibrado e coerente nas suas posturas. A esposa declarou comprar roupas de lojas de departamentos, causando empatia com o país em colapso financeiro. É a amiga e companheira do marido, simpatizando com a autonomia feminina conquistada ao longo dos anos. Conhece a história do país, e elogia seu até então oponente de campanha pelas lutas. Abandonou a campanha na véspera para desperir-se da avó, e com isso cai nas graças das famílias. Não escondeu seu passado conturbado, ou teve vergonha de se declarar MARROM, a missigenação de raças que foram seu carro-chefe não declarado. O recém eleito presidente da maior nação do mundo em hora alguma agradece por gostarem dele, mas pela retomada da consciência de poder do povo, de democracia, de supremacia. Jovens e velhos votaram numa eleição com números records, em quantidade, peso e agilidade nos resultados.Confesso ter me segurado para não me comover e perder o foco da análise estrategicamente bem traçada em cada palavra do discurso, e cujo tom de voz ultrapassa a postura de político: Obama ganhou por ser tão americano quanto os americanos.
É numa dessas que entende-se o poder de uma nação.
7 comentários:
wooow! finalmente é o fim da era Bush. q ele faça o melhor pro país dele e pro mundo todo conseqüentemente. vitorioso e aplaudido pela nação de todo o mundo!
Eu realmente gostaria de estar empolgada com essa eleição. Por um lado somos parte da historia mundial e poderemos contar aos nossos netos que vimos um negro ser o presidente da maior (?) potencia mundial.
Por outro, nao consigo nao ver essa eleição amaericana como uma que tivemos aqui a uns 6 anos atras...Elegendo um cara que nao tinha nenhuma experiencia politica, mas que era "do povo". Que agradava a classe media baixa, por ser igual a eles. Claro que nosso presidente nao se compara com o deles, ate porque o deles tem um diploma e todos os dedos ( nas duas maos!), mas nao consigo achar um ponto extremamente empolgante, que indica uma mudança real no imperialismo americano.
Respeito e ate invejo o sentimento patriota que a maioria deles carrega, indo votar por pura vontade (sem correr o risco de nao ser considerado um cidadao se nao for), o amor que eles tem pelo pais é invejavel, se tivessemos metade desse patriotismo, ou se apenas fossemos tao patriotas como somos de quatro em quatro anos (na copa do mundo) acredito que poderiamos, como eles (?) mudar alguma coisa por esses lados.
Eu adorei seu texto, como sempre!
Bjs
Uma coisa eu concordo com a Phrann... Realmente existe uma similaridade entre EUA 2008 e Brasil 2002: Uma coisa sobre a esperança vencer o medo. Espero que a esperança não se torne medo, desespero e conformismo, como aconteceu por aqui.
Mas eu torço para que dê certo, até porque sou otimista e um pouco louco mesmo.
E, reinterando o que disse, espero que ele não seja um americano tão americano quanto Homer Simpson.
So be it.
Da-lhe Obama!
Muito boa sua crítica, Lari. Muito boa mesmo. Direta, clara, bem escrita. Coisa de quem sabe o que está dizendo.
E agora, passada a comoção das eleições presidenciais americanas, nos resta desejar boa sorte a Barack Obama - que ele corresponda, ao menos e parte, às expectativas de quem fez dele, nesse pleito, o homem mais poderoso do mundo.
Beijos!
Na verdade, é numa hora dessa que se percebe o tamanho da crise: já arrumaram um negão pra botar a culpa!
É por isso que eu queria terminar RP, pra poder saber manipular as coisas assim... quem sabe não seja eu quem eleja um futuro presidente?
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