Deixei de ser fã da Ana Maria Braga há algum tempo, desde que ela pasosu a fazer o que era preciso, e não o que era boa em fazer, ou seja, ao mudar a figura do seu programa para um popular, e deixou as mensagems reflexivas e o gosto pela culinária em segundo plano.
Mas hoje tive que dar o braço a torcer. Atrasada pro trabalho, ainda me dei o luxo de ficar mais 10 minutos na frente da TV pra apreciar a mais complexa e simplista das culturas, a japonesa.
Mas hoje tive que dar o braço a torcer. Atrasada pro trabalho, ainda me dei o luxo de ficar mais 10 minutos na frente da TV pra apreciar a mais complexa e simplista das culturas, a japonesa.
Esse fim de ano tem me trazido muitas reflexões sobre a paixão (principalmente pela frase tatuada no tornozelo, só por prazer, nunca sem amor) e a necessidade que o ser humano tem de sentir-se vivo, mas cujo cotidiano não tem lhe permitido mais espaço para esses pequenos momentos. Minha amada amiga .Intense. tem vivido isso à risca, e me ensinado que se é pra se cortar, dilacere-se, e se é pra amar, que seja pra rir à toa e sorrir pro vento. Intenso.
Jun Sakamoto tem a sensatez e a paz tão reverenciada pela cultura japonesa estampada nas próprias palavras, e a filosofia nos seus patros refletem a real paixão "pelo que está em cima da mesa".
Essa frase me interrompeu todos os pensamentos a respeito do meu TCC. Havia começado os estudos pela paixão pela dança e o destaque que o esporte por direta ou indiretamente, no amor próprio, além, claro da fisiologia. Paixão.
Retomar os textos depois de entrar em contato com algumas pessoas que podem me abrir algunas janelas, quem sabe portas, tem outra energia, simplesmente porque, como bem disse o Jun, "põe-se vida".
Mais um dia de chuva, e nada me tira o sorriso e a vontade de me apaixonar pelo novo. De novo.
Jun Sakamoto tem a sensatez e a paz tão reverenciada pela cultura japonesa estampada nas próprias palavras, e a filosofia nos seus patros refletem a real paixão "pelo que está em cima da mesa".
Essa frase me interrompeu todos os pensamentos a respeito do meu TCC. Havia começado os estudos pela paixão pela dança e o destaque que o esporte por direta ou indiretamente, no amor próprio, além, claro da fisiologia. Paixão.
Retomar os textos depois de entrar em contato com algumas pessoas que podem me abrir algunas janelas, quem sabe portas, tem outra energia, simplesmente porque, como bem disse o Jun, "põe-se vida".
Mais um dia de chuva, e nada me tira o sorriso e a vontade de me apaixonar pelo novo. De novo.
Um comentário:
Até porque, se não existir amor e paixão, não existe motivos para continuar.
So be it.
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