sábado, dezembro 26, 2009

Pedaladas silentes

Acho que nunca estive tão presente no natal de Patos.
Família toda unida, tempo de sobre pra pensar na vida, ligaçõe soportunas pra confirmar sensações, pedaladas descompromissadas pra visitar amigos que há muito não encontrava...

Nunca imaginei que me sentiria tão bem numa cidade que num sábado à noite só tem uma rua de bares a oferecer. Mas que tem um céu vermelho de chuva que me abriga como um lar, e se mostra tão aberto quanto há muito não via...

Dua, Fibi, Rogério, Rodriguinho, Livinha, Lor3na, Lu, D. Isabel, Ti'Dedé, Ruy, mommy e daddy, Vilda, Sandrinha, madrinha, Léo, eu... Quanta saudade. Quanta alegria em ver que voltar pra casa é estar no seio de uma família que está sempre de braços abertos. A certeza de que nunca estive ausente, apenas distante, me faz ainda mais desejosa de proteger esse recanto sagrado, que é o nosso lar, independete de ser aqui em casa, na vovó ou em BH...

Patos é uma cidade linda, ainda mais vista lá de cima, num por do sol tão silente, que tanto me tem a dizer...

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